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100 Erros praticados na língua portuguesa

Os cem erros mais comuns praticados na língua  portuguesa Fonte: Estadão.com.br Erros gramaticais e ortográficos devem, por princípio, ser evitados. Alguns, no entanto, como ocorrem com maior freqüência, merecem atenção redobrada. O primeiro capítulo deste manual inclui explicações mais completas a respeito de cada um deles. Veja os cem mais comuns do idioma e use esta relação como um roteiro para fugir deles. 1 - "Mal cheiro ", "mau-humorado". Mal opõe-se a bem e mau, a bom. Assim: mau cheiro (bom cheiro), mal-humorado (bem-humorado). Igualmente: mau humor, mal-intencionado, mau jeito, mal-estar. 2 - "Fazem" cinco anos. Fazer, quando exprime tempo, é impessoal: Faz cinco anos. / Fazia dois séculos. / Fez 15 dias. 3 - "Houveram" muitos acidentes. Haver, como existir, também é invariável: Houve muitos acidentes. / Havia muitas pessoas. / Deve haver muitos casos iguais. 4 - "Existe" muitas esperanças. Existir, bastar, fal...

Morfologia e Língua Portuguesa

MORFOLOGIA E LÍNGUA PORTUGUESA: CONCEITOS CENTRADOS NA FUNCIONALIDADE LINGUÍSTICA Maria Lina de Oliveira Assunção Tendo em vista o predomínio da gramática Greco – latina durante muitos anos e a insatisfação por muitos estudiosos, vemos uma reação a esse modelo normativo, onde estudiosos da linguagem começam então uma mudança nesse contexto gramatical e originam-se nesse período dois modelos de gramática: gramática comparativa e a linguística histórica, que desencadearam vários fatores para ampliação de conceitos linguísticos, proporcionando uma diferente relação entre as dicotomias básicas criadas por Saussure,  nascendo assim o estruturalismo baseado no estudo da gramática e os vários elementos que pressupõem os estudos linguísticos, que tem por objetivo esclarecer suas respectivas funções e consequentemente estabelecer métodos para a funcionalidade da língua.           Em cima do conceito do vocábulo morfológico dado por Mattoso...

A discussão sobre a gramática normativa

  A DISCUSSÃO SOBRE A GRAMÁTICA NORMATIVA EM BECHARA Moisés C. Bezerril A obra supra citada é organizada em 5 capítulos de conteúdo, um capítulo de vocabulário crítico no qual o autor faz uma lista de termos empregados na linguagem da obra, dando uma breve explicação de cada um deles; e uma bibliografia comentada ao final do livro, com uma lista de quinze livros dos mais importantes trabalhos em lingüística, sendo a maioria deles datados da década de 1970. O autor apresenta os problemas causados pela tendência moderna de valorização da linguagem coloquial acima da linguagem culta. Sem deixar de reconhecer a função da linguagem coloquial, ele desenvolve seus argumentos no objetivo de convencer todos os profissionais do ensino de línguas que o padrão culto da língua é o único meio pelo qual os alunos podem ascender ao conhecimento e à produção lingüística. O mesmo não se pode dizer da linguagem coloquial. Esta é opressora, porque mantém os indivíduos distantes das possi...